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segunda-feira, 20 de julho de 2015

Hoje comemoramos o Dia Nacional do Vaqueiro Nordestino


No dia 17 de abril de 2009, a tradicional Missa do Vaqueiro, que já se realiza espontaneamente todos os anos, no terceiro domingo de julho, pelos sertões do Nordeste a fora, ganhou um valor especial.

A partir daquele ano, no terceiro domingo de julho passou a ser comemorado o Dia Nacional do Vaqueiro Nordestino, como forma de valorizar esta tão importante manifestação cultural já aguardada convencionalmente no calendário do vaqueiro.

A data foi oficializada através da Lei 11.928. O autor do projeto foi o nosso vice-governador do Maranhão, Carlos Brandão, então deputado federal.

Carlos Brandão, que é natural de Colinas, médio sertão maranhense afirma que esta é uma merecida homenagem à bravura do vaqueiro, que enfrenta todo tipo de adversidade, principalmente no Nordeste, região castigada pelo rigor climático, sobretudo na época de estio.

Estas figuras lendárias são reconhecidas em todo o Brasil e arriscam a vida em cada “pega de boi” – situação em que o vaqueiro tem a dura tarefa de pegar o boi em mata fechada.

Patrimônio

Considerado bem cultural do País, pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - Iphan, o vaqueiro tem que ter velocidade, domínio do animal, atenção a cada obstáculo da mata. Características como o chapéu e gibão de couro, botas e calças reforçadas, fazem parte da sua indumentária.

O vice-governador Carlos Brandão também é autor de outros projetos em valorização e reconhecimento à cultura popular – sobretudo a nordestina –, como é o caso do projeto de lei que originou o Dia Nacional do Bumba-meu-boi (Lei nº 12.103, sancionada em 2009). A data ficou consagrada em nosso calendário no dia 30 de junho.


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