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quarta-feira, 4 de março de 2015

Embate na Assembleia... Conselhão em xeque!

Em mais um embate polêmico entre Oposição e Governo, no plenário da Assembleia Legislativa, os deputados Othelino Neto (PCdoB) e Rogério Cafeteira (PSC) contestaram, na sessão desta segunda-feira (2), críticas feitas ao governo pelo jornal O Estado do Maranhão e pelos oposicionistas, Adriano Sarney (PV) e Andrea Murad (PMDB), por conta do Conselho de Gestão de Macro Política do Estado do Maranhão (Congep) que ficou conhecido como “Conselhão”.
Adriano Sarney reconheceu a importância administrativa do Conselhão, mas disse que não concorda com o pagamento dos jetons de R$ 5,8 mil. Na defesa, o vice-presidente da Assembleia Legislativa disse que a oposição ao grupo Sarney criticou, à época, o Congep, denunciando a então governadora Roseana Sarney por promover uma farra política, visando às eleições de 2014, com a criação de 162 cargos. Mas, segundo ele, ninguém contestou  a sua necessidade e nem a sua existência da forma como foi concebido.
Othelino lembrou que este órgão, criado com o nome de Conselho de Gestão Macro Política do Estado do Maranhão, através da Medida Provisória 147 de abril de 2013, criou 162 cargos, seis em cada uma das 27 regionais do Estado.
O vice-presidente explicou que a crítica fora feita, na época, à farra eleitoreira e não à existência do Conselhão, até porque ele fora criado pelo então governador José Reinaldo Tavares, para ser um Conselho composto, exclusivamente, por secretários de Estado, que se reuniam uma vez, mensalmente, ou mais uma vez, dependendo da convocação do governador para discutir os assuntos de interesse do Estado. O deputado frisou que este Conselho era constituído apenas de secretários de Estado.
Orçamento público
Em seu discurso, o deputado Rogério Cafeteira contestou críticas da oposição, ocasionadas por reportagem veiculada pela Rede Globo, no programa Bom Dia Brasil, sobre limites de comprometimento do orçamento público com pagamento da folha de pessoal no Maranhão.
Rogério Cafeteira frisou que as dívidas do Estado não correspondem apenas à folha de pagamento. E que o governo, mesmo com todas as dificuldades, não pode abrir mão dos investimentos nas políticas públicas.
Sobre o Conselhão, Rogério Cafeteira foi curtíssimo. Disse que esse tipo de consultoria interna já era prática desde o governo Cafeteira e que, portanto, seria normal.

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